"A vida não é medida pelo número de vezes que se respira, mas pelos momentos em que se perde o fôlego."

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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2013

Diz-me que penso muito mais do que falo. Que tenho medo.

Mas não é medo, é uma qualquer outra coisa que me transcende e por vezes deveria transcender alguns.

Para quê deitar da boca para fora a imensidão das palavras que no nosso pensamento formam epopeias mágicas dignas das aventuras de Ulisses, se mal elas se tornam reais a realidade as engole sem dó nem piadade?

 

publicado por mac às 00:55

Quarta-feira, 09 de Janeiro de 2013

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Ao mostrar-lhos, voltei aos textos arquivados, e perdi-me em pensamentos por segundos instantâneos a cada novo texto que me pautava o olhar.

Olhava-me curioso e perguntava-me se regressava a esses momentos. Respondi-lhe num sincero, não.

Mesmo que se voltasse já nada seria igual. Nós mudámos e os outros também. A vida muda e a forma como a sentimos não passa de uma metamorfose do que foi. É por isso que as memórias só fazem sentido quando lhe colocamos datas em rodapé. Podemos visitá-las para sorrir ou chorar, mas querer revivê-las num tempo que não o seu é deitar por terra cada braçada que se penou para nos tornarmos no que somos.

 

publicado por mac às 23:33

Sábado, 22 de Dezembro de 2012

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Há um amor que nos faz tirar os pés do chão e outro que nos faz ter os pés bem acentes na terra.

Um que nos tira do sério e outro que nos sossega a alma. Um que dói e outro que sara. Um que é reboliço e outro que acalma.

A páginas tantas manda-se todas as dúvidas para o alto e fica-se de coração cheio no amor que nos ampara. O primeiro há-de ser sempre passado e o segundo pode ser sempre um futuro. Nunca há nada de produtivo naquilo que já passou...

publicado por mac às 04:11

Segunda-feira, 03 de Dezembro de 2012

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Gosto de o ler. E reler volta e meia apenas para ficar com aquele sorriso estúpido colado á cara.

Gosto de ti.

 

 

publicado por mac às 23:54

Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012

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Saem-nos da boca para fora como se do próprio coração se tratasse.

Saem em catadupa e quando mais se solta, mais palavras se lhe seguem perdidas no seu sentimento cego do que diz.

Volto costas e caminho agora sozinha sem olhar de relance para o que deixei para trás.

Não deviam as palavras bonitas deixar-nos tão bem? Então porque razão me sinto sufocar no meu sexto sentido? Num medo incontornável do poder das nossas palavras nos outros. Porque esse poder é maior que todos os outros que nos vergam mas não matam...

Às vezes acho que é melhor não falar.

Há coisas que simplesmente ardem no preciso momento que nos passam da mente para a voz, para depois nos queimar qual cigarro que se consome lentamente numa chama imperceptivel. 

 

publicado por mac às 00:11